Incentivar o investimento em inovação, aprimorar o sistema de gestão das organizações e promover a interação entre empresas e centros de conhecimento são algumas das diretrizes do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para aumentar a competitividade da indústria catarinense. Na última sexta-feira (2/10), a entidade completou 40 anos em Santa Catarina e comemora realizando, até o dia 23, a exposição ‘IEL/SC 40 anos - Inovação para nossa indústria’.
A mostra reúne documentos e fotos que registram um pouco dessa história. Foram mais de R$ 30 milhões em recursos alavancados para investimentos em inovação tecnológica e 19 mil estudantes encaminhados para vagas de estágio nos últimos anos.
Focado inicialmente na intermediação de estágio, o IEL/SC diversificou sua atuação ao longo dos anos e acaba de consolidar rede de atendimento com dez unidades regionais no interior do estado. "Estamos intensificando nossas ações para disseminar a inovação, o estágio responsável e as metodologias que aprimoram a gestão das empresas", diz o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Alcantaro Corrêa.
Na área da gestão da inovação o IEL/SC desenvolveu processo único no país, o Nugin (Metodologia Integrada de Gestão da Inovação), que ajuda a inserir a inovação nas empresas de forma sistemática e permanente. Além disso, o IEL/SC é a única entidade do Brasil autorizada a utilizar a ferramenta Benchmarking Industrial, que permite comparar o nível de competitividade das empresas com as líderes mundiais de seus segmentos.
O superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni, ressalta que nos próximos anos o foco da entidade é oferecer produtos e serviços para inserir cada vez mais empresas catarinenses no mercado internacional. "Vamos apresentar soluções que melhorem a competitividade das organizações, estreitar o relacionamento com os sindicatos de modo a atingirmos um maior número de empresas e fortalecer a relação entre as instituições de ensino, agências de fomento e a indústria".
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Instituto Euvaldo Lodi, há 40 anos promovendo a competitividade da indústria catarinense
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Livro ensina a elaborar projetos de inovação
Projetos de investimentos podem ser afetados por fatores econômicos, como uma crise financeira, políticos e até naturais, como catástrofes, mas os riscos são ainda maiores quando se trata de tecnologia. A inovação pode se mostrar inexeqüível ao longo de sua elaboração ou ainda ser atropelada pela concorrência que pode aparecer com algo similar antes da conclusão do processo de desenvolvimento.
Essas dificuldades na execução de projetos são mostradas com detalhes no livro Projetos de Inovação Tecnológica – Planejamento, Formulação, Avaliação, Tomada de Decisões, de Joel Weisz, especialista em política e gestão de inovação tecnológica. Lançada pela Sociedade Pró-Inovação Tecnológica (Protec), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), a obra apresenta técnicas de planejamento, formulação, avaliação e tomada de decisões para orientar empreendedores e empresas.
A partir de um projeto fictício de desenvolvimento de processo de produção de etanol com o bagaço da cana de açúcar, o autor descreve de forma didática todas as etapas de formulação e planejamento. Detalha desde a análise precisa dos riscos, passando pela formulação do cronograma e estudo de viabilidade do projeto até a identificação dos recursos necessários e das fontes de financiamento disponíveis no mercado.
“Qualquer projeto envolve riscos e o investidor precisa ter expectativa de ganhos, saber como investir e principalmente tomar decisões sobre se deve ou não prosseguir no investimento”, salienta Weisz. A maior dificuldade no caso dos projetos de tecnologia, o especialista aponta, é saber o valor da tecnologia para não gastar mais do que a inovação vale. “Trata-se de um investimento para o futuro, é preciso saber avaliar o que vai acontecer com essa tecnologia lá na frente”, pondera.
Outro problema comum no desenvolvimento tecnológico são projetos mal elaborados que não contemplam todos os fatores envolvidos na inovação tecnológica. Boas propostas muitas vezes deixam de ser contempladas por não terem sido bem formuladas. Por outro lado, destaca o autor, projetos inviáveis são vendidos de modo muito atraente porque foram bem redigidos.
O livro, lançado no Espaço Cultural Finep, no Rio de Janeiro, no dia 15 de Junho, está disponível no site do IEL.
Essas dificuldades na execução de projetos são mostradas com detalhes no livro Projetos de Inovação Tecnológica – Planejamento, Formulação, Avaliação, Tomada de Decisões, de Joel Weisz, especialista em política e gestão de inovação tecnológica. Lançada pela Sociedade Pró-Inovação Tecnológica (Protec), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), a obra apresenta técnicas de planejamento, formulação, avaliação e tomada de decisões para orientar empreendedores e empresas.
A partir de um projeto fictício de desenvolvimento de processo de produção de etanol com o bagaço da cana de açúcar, o autor descreve de forma didática todas as etapas de formulação e planejamento. Detalha desde a análise precisa dos riscos, passando pela formulação do cronograma e estudo de viabilidade do projeto até a identificação dos recursos necessários e das fontes de financiamento disponíveis no mercado.
“Qualquer projeto envolve riscos e o investidor precisa ter expectativa de ganhos, saber como investir e principalmente tomar decisões sobre se deve ou não prosseguir no investimento”, salienta Weisz. A maior dificuldade no caso dos projetos de tecnologia, o especialista aponta, é saber o valor da tecnologia para não gastar mais do que a inovação vale. “Trata-se de um investimento para o futuro, é preciso saber avaliar o que vai acontecer com essa tecnologia lá na frente”, pondera.
Outro problema comum no desenvolvimento tecnológico são projetos mal elaborados que não contemplam todos os fatores envolvidos na inovação tecnológica. Boas propostas muitas vezes deixam de ser contempladas por não terem sido bem formuladas. Por outro lado, destaca o autor, projetos inviáveis são vendidos de modo muito atraente porque foram bem redigidos.
O livro, lançado no Espaço Cultural Finep, no Rio de Janeiro, no dia 15 de Junho, está disponível no site do IEL.
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