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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mato Grosso do Sul receberá etapa regional do Prêmio Finep de Inovação

A edição deste ano da etapa Centro-Oeste do Prêmio Finep de Inovação será realizada em Mato Grosso do Sul graças a uma parceria do Instituto Euvaldo Lodi de Mato Grosso do Sul (IEL/MS), com a coordenação do evento. A realização do evento em Campo Grande foi acertada durante uma reunião entre o superintendente do IEL/MS, Bergson Amarilla, e o coordenador da Região Centro-Oeste do Prêmio Finep, Marco Antônio Motta Nunes. A Finep é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Na ocasião Motta Nunes explicou que no ano passado o prêmio foi realizado em Mato Grosso e no ano retrasado em Goiás. “Como estamos em um sistema de rodízio, nada mais justo que contemplar Mato Grosso do Sul com a realização da edição de 2010”, explicou.

De acordo com ele, em 2009 o estado de Mato Grosso do Sul inscreveu 18 empresas e neste ano o número deverá dobrar. “Ainda estamos na fase de definição de estratégias de divulgação e discussão do regulamento, mas nossa meta é inscrever pelo menos 60 projetos aqui no estado”, explicou.

Segundo o líder de Projetos do IEL/MS, Luís Alberto Borba Pereira, o lançamento deve ocorrer até o fim de abril. “Por enquanto a data não foi definida, mas aproveitamos a reunião para falar do objetivo do Prêmio, condução dos trabalhos e de como será feita a divulgação nas instituições de pesquisa e tecnologia, universidades e empresas que investem em inovação”, disse.

Ele acredita que a realização do prêmio no estado atrairá mais participação das empresas locais. No ano passado 18 empresas sul-mato-grossenses se inscreveram e na edição de 2008 foram apenas oito. “A classificação das empresas locais e o destaque entre os melhores projetos animam os empresários a continuar na disputa até a premiação nacional”, previu.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

IEL gaúcho promove curso em parceria com a Warthon School

O Instituto Euvaldo Lodi do Rio Grande do Sul (IEL/RS), em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o IEL Nacional promovem, em parceria com a Wharton School (University of Pensylvania), o curso Estratégias para Inovação em Novos Mercados. Esta é a primeira edição do curso da instituição norte-americana no Brasil e será realizado de 8 a 10 de abril, em Bento Gonçalves.

Presidentes e executivos de empresas é o público alvo do curso que abordará, entre outros temas, complexidade, inovação, serviços e globalização e será ministrado pelos professores George Day e James Thompson. Day é professor de marketing e codiretor do Centro Mack de Inovação Tecnológica na Wharton School. Thompson é diretor-adjunto da Wharton Entrepreneurial Programs e cofundador e diretor da Wharton Societal Wealth Program.

Mais informações pelo telefone (51) 3347-8960.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Inovação para a área de saúde

A parceria do IEL com o Senai permitiu o desenvolvimento de um equipamento inovador para o setor médico-odontológico. Trata-se do negatoscópio com tecnologia backlight. O aparelho, que é usado para iluminar chapas radiográficas, foi desenvolvido com a tecnologia de leds e por isso apresenta diversas vantagens em relação aos demais, como melhor qualidade de iluminação, menor consumo de energia, maior durabilidade e a possibilidade de o produto ser acoplado a outros equipamentos devido ao seu design mais compacto.

“Se não fosse o recurso da linha de crédito do Amitec, demoraríamos muito mais a desenvolver o projeto”, explica a administradora da Lifetec – empresa que desenvolveu o equipamento -, Andréia Malaquias. A Lifetec está na incubadora do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) em Santa Rita do Sapucaí e contou com o apoio do Senai na coordenação de uma equipe para o trabalho.

O Programa de Apoio à Melhoria e Inovação Tecnológica das Empresas de Minas Gerais (Amitec) é uma iniciativa do IEL em conjunto com a Fapemig e o Sebrae. Oferece linhas de apoio para contratação de serviços tecnológicos de suporte, que inclui os serviços laboratoriais ou correlatos, ou consultoria tecnológica, que engloba a realização de diagnósticos, parecer técnico, projetos tecnológicos, melhorias em processos ou produtos e projetos de inovação.

O Amitec oferece subsídio de 70% em suas linhas de apoio, sendo o valor limite de R$ 30 mil para projetos de inovação. A Lifetec recebeu R$ 24.950.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Núcleo de Inovação

A partir de novembro, a Fiepe terá um núcleo para estimular a inovação nas empresas. Entre as ações planejadas pelo núcleo, coordenado pelo IEL/PE, estão seminários e capacitações para gestores empresariais. As ações integram a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), liderada pela CNI.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Mais facilidades para candidatos a estágio no IEL do Ceará

O Instituto Euvaldo Lodi do Ceará (IEL/CE) dispõe de uma nova ferramenta para a inclusão de estudantes em seu banco de dados de estágio. Trata-se de um terminal de autoatendimento onde os jovens se cadastrarão para concorrer a vagas compatíveis com seu perfil.

A máquina está instalada na sede do IEL/CE, na sobreloja da sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e pode ser levada para eventos que reúnam estudantes.

Segundo a superintendente do IEL/CE, Vera Ilka Meirelles Sales, a intenção da instituição é que esse seja o primeiro de outros equipamentos semelhantes. "Nossa meta é instalar gradativamente outros terminais de autoatendimento em determinadas faculdades do estado para facilitar ainda mais o acesso dos estudantes às oportunidades de estágio", revela.

Além do cadastro no banco de dados, a nova ferramenta permitirá que os estudantes consultem as vagas de estágio disponíveis no Ceará e tenham acesso a informações e dicas. Atualmente, o IEL/CE coloca à disposição das empresas cearenses um banco de dados com mais de 10 mil currículos de estudantes de todo o estado. A instituição cadastra cerca de 660 jovens por mês.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Educação e mercado de trabalho - IEL promove palestra sobre desenvolvimento profissional

Evento acontece dia 28 de outubro em Cascavel e dia 29 em Maringá. As inscrições estão abertas.

A importância da inovação para o desenvolvimento profissional é o tema da palestra que o IEL Paraná promove dia 28 de outubro, em Cascavel e dia 29, em Maringá, às 19 horas. Promovido em parceria com o Banco do Brasil, o evento visa apresentar o papel da inovação na vida profissional de jovens talentos que desejam se posicionar ou ingressar no mercado de trabalho.

Inovação é um tema importante e estratégico para o desenvolvimento da empresa e o aperfeiçoamento profissional. "Ter noções sobre inovação e ferramentas e saber inovar no dia-dia são requisitos fundamentais para um profissional", destaca Rodrigo Weber, superintendente do IEL.

Em Cascavel, o evento acontece no Auditório da FAG Faculdade Assis Gurcacz (Avenida das Torres, 500). As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail neusa.furlan@ielpr.org.br ou pelo telefone (45) 3220-5410.

Em Maringá, a palestra será ministrada no auditório do Sesi (R. Antonio Carniel, 499 Zona 05). Mais informações e inscrições, pelo e-mail juliana.santos@ielpr.org.br ou pelo telefone (44)3218-5702.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Instituto Euvaldo Lodi, há 40 anos promovendo a competitividade da indústria catarinense

Incentivar o investimento em inovação, aprimorar o sistema de gestão das organizações e promover a interação entre empresas e centros de conhecimento são algumas das diretrizes do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para aumentar a competitividade da indústria catarinense. Na última sexta-feira (2/10), a entidade completou 40 anos em Santa Catarina e comemora realizando, até o dia 23, a exposição ‘IEL/SC 40 anos - Inovação para nossa indústria’.

A mostra reúne documentos e fotos que registram um pouco dessa história. Foram mais de R$ 30 milhões em recursos alavancados para investimentos em inovação tecnológica e 19 mil estudantes encaminhados para vagas de estágio nos últimos anos.

Focado inicialmente na intermediação de estágio, o IEL/SC diversificou sua atuação ao longo dos anos e acaba de consolidar rede de atendimento com dez unidades regionais no interior do estado. "Estamos intensificando nossas ações para disseminar a inovação, o estágio responsável e as metodologias que aprimoram a gestão das empresas", diz o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Alcantaro Corrêa.

Na área da gestão da inovação o IEL/SC desenvolveu processo único no país, o Nugin (Metodologia Integrada de Gestão da Inovação), que ajuda a inserir a inovação nas empresas de forma sistemática e permanente. Além disso, o IEL/SC é a única entidade do Brasil autorizada a utilizar a ferramenta Benchmarking Industrial, que permite comparar o nível de competitividade das empresas com as líderes mundiais de seus segmentos.

O superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni, ressalta que nos próximos anos o foco da entidade é oferecer produtos e serviços para inserir cada vez mais empresas catarinenses no mercado internacional. "Vamos apresentar soluções que melhorem a competitividade das organizações, estreitar o relacionamento com os sindicatos de modo a atingirmos um maior número de empresas e fortalecer a relação entre as instituições de ensino, agências de fomento e a indústria".

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Empresas latino-americanas são inovadoras, afirma especialista

A professora da escola de negócios Insead, Lourdes Casanova, estuda há mais de uma década o processo de internacionalização das empresas latino-americanas. Em seu livro Global Latinas: Latin America’s emerging multinationals, lançado recentemente e ainda sem tradução para o português, ela analisa os fatores que tornaram possível às grandes e médias empresas latino-americanas inovarem e expandirem seus negócios em mercados estrangeiros.

Em entrevista, ela diz que as grandes multinacionais da América Latina têm em comum uma imensa capacidade de inovar e superar crises. “As empresas que se consideravam melhores e que tinham acesso a produtos financeiros mais sofisticados são as que mais estão sofrendo com a atual crise. Já outras, mais conservadoras e que seguiram seu instinto de sobrevivência burilado em muitas crises, são as que estão se saindo melhor”, complementa.

Lourdes na manhã de 19 de agosto, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), participando do 2º Fórum IEL de Gestão Empresarial, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Na ocasião, abordará o papel a ser desempenhado pelo Brasil e América Latina na economia global.

Ela tem mestrado pela Universidade de Southern Califórnia e PhD pela Universidade de Barcelona. É professora do Insead desde 1989, professora visitante na Universidade de Zurique, consultora do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), além de consultora de empresas multinacionais sediadas na América Latina.

Confira a entrevista concedida por Lourdes Casanova.

As multinacionais latino-americanas têm superado mais facilmente a crise em relação às empresas de países desenvolvidos?

Sim. Neste momento todas as empresas precisam cortar gastos e acelerar suas decisões. Geralmente uma multinacional tradicional é muito burocrática. Por isso, a vantagem está se invertendo para empresas emergentes da América Latina e de outros países.

Como é o impacto da crise nas multinacionais latino-americanas?

De forma estranha. As que se consideravam melhores e que tinham acesso a produtos financeiros mais sofisticados são as que estão sofrendo mais com a atual crise. Já outras, mais conservadoras e que seguiram seu instinto de sobrevivência burilado em muitas crises, são as que estão indo melhor.

Quais as etapas que o Brasil e a América Latina precisam enfrentar para superar a crise?

O Brasil tem know how para superar crises muito fortes e, como os grandes países, tem a possibilidade de aumentar a demanda interna de forma significativa.

Como tem sido o crescimento das empresas brasileiras na economia mundial?

As multinacionais brasileiras têm crescido, mas não ao mesmo tempo que o restante das empresas dos países emergentes. Elas não têm crescido como as chinesas, por exemplo. Os chineses têm uma política ativa e firme. Há três empresas chinesas entre as dez de maior capitalização de mercado. Somente uma brasileira: a Petrobras. Há um desequilíbrio entre a presença econômica do Brasil e a presença de suas empresas entre as maiores do mundo. Os brasileiros ainda são muito tímidos.

Quais as oportunidades para as empresas brasileiras?

O Brasil tem muitos recursos naturais. Ter recursos naturais pode ser uma benção ou uma maldição. Creio que, para o Brasil, seja uma benção. O país é a segunda potência agrícola do mundo. Isso é muito positivo. O Brasil tem que aproveitar essa força e saber utilizá-la para criar inovação. O setor de produtos verdes (ecologicamente corretos) é muito importante.

Quais os diferenciais das multinacionais brasileiras e latino-americanas às de outros países?

Além de saber superar crises, conhecem muito bem as necessidades da base da pirâmide social, os segmentos D e E da população. Têm agilidade para tomar decisões de forma muito rápida em relação às multinacionais tradicionais.

Há nos países latino-americanos muitos negócios familiares. Como essas empresas enfrentam a crise?

Os negócios familiares têm visão de longo prazo e vão seguir como um segmento importante. Percebo que os membros das famílias estão se voltando para os negócios familiares e um sistema de decisão centralizado é muito eficaz em tempos de crise, porque essas empresas podem se recuperar de forma mais rápida e mais centralizada.

A senhora considera as multinacionais latino-americanas inovadoras?

Muito inovadoras. Escolas de negócios da Europa e Estados Unidos têm sido cegas porque têm visto apenas a inovação tecnológica. Ela é importante, mas há muitos outros tipos de inovação. Não temos visto muitos casos de inovação de países emergentes, mas com certeza temos muitas experiências de sucesso. O etanol é um caso claro de inovação...

Por um lado, o Brasil conquista espaço no mercado internacional em setores de alta tecnologia, como petróleo e aeronáutico, mas por outro, perde mercado interno em setores tradicionais para os produtos chineses. Como vencer essa contradição e se recuperar no mercado interno?

No setor de calçados temos um exemplo incrível que são as sandálias Havaianas. Em um setor que está sofrendo muita concorrência da China, esses calçados, que eram usados por pessoas da base da pirâmide, passaram a ser comprados por todo o mundo. A empresa se deu conta de que poderia ser moderna e atraente para as classes mais altas. Minhas amigas, quando sabem que venho ao Brasil, pedem que compre sandálias Havaianas para elas. Com inovação e design, acredito que empresas brasileiras de roupas e calçados podem triunfar e superar a concorrência chinesa.

A senhora defende que o Brasil tem oportunidades em setores como o de energias renováveis e de Tecnologia da Informação. De que forma não perder essa oportunidade de se destacar no mercado internacional nesses segmentos?

Falta ao Brasil uma imagem de marca. A China é lembrada pela manufatura; a Índia, pelo setor de Tecnologia da Informação (TI). O Brasil tem uma oportunidade de ouro de ter uma imagem associada à energia renovável, produtos da Amazônia e setor de alimentos. Encanta-me a comida e a música brasileira. As indústrias daqui são criativas. O Brasil precisa mostrar ao mundo que não é apenas samba e futebol. A Copa do Mundo de 2014 é uma oportunidade de se construir uma marca para o Brasil. Sabemos que os bancos brasileiros são os melhores do mundo em TI. O Brasil teve seu setor financeiro menos afetado pela crise porque é forte e usa muita tecnologia. Os outros países não sabem disso.

De que forma vencer esses desafios?

Creio que falta mais trabalho conjunto entre os setores público e privado.

Que aspectos chamam mais atenção em empresas brasileiras que se inseriram no mercado internacional?

Uma dessas empresas é a Embraer, do setor aeronáutico. É um negócio global porque o segmento é global. Vale a pena um país com tantos problemas sociais manter uma empresa como a Embraer? Creio que sim, pois traz muita inovação, atrai talentos etc. A Petrobras também é muito importante para o Brasil porque atrai tecnologia. O ex-ministro Luiz Fernando Furlan já dizia que não conhece nenhum grande país que não tenha empresas fortes.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Livro ensina a elaborar projetos de inovação

Projetos de investimentos podem ser afetados por fatores econômicos, como uma crise financeira, políticos e até naturais, como catástrofes, mas os riscos são ainda maiores quando se trata de tecnologia. A inovação pode se mostrar inexeqüível ao longo de sua elaboração ou ainda ser atropelada pela concorrência que pode aparecer com algo similar antes da conclusão do processo de desenvolvimento.

Essas dificuldades na execução de projetos são mostradas com detalhes no livro Projetos de Inovação Tecnológica – Planejamento, Formulação, Avaliação, Tomada de Decisões, de Joel Weisz, especialista em política e gestão de inovação tecnológica. Lançada pela Sociedade Pró-Inovação Tecnológica (Protec), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), a obra apresenta técnicas de planejamento, formulação, avaliação e tomada de decisões para orientar empreendedores e empresas.

A partir de um projeto fictício de desenvolvimento de processo de produção de etanol com o bagaço da cana de açúcar, o autor descreve de forma didática todas as etapas de formulação e planejamento. Detalha desde a análise precisa dos riscos, passando pela formulação do cronograma e estudo de viabilidade do projeto até a identificação dos recursos necessários e das fontes de financiamento disponíveis no mercado.

“Qualquer projeto envolve riscos e o investidor precisa ter expectativa de ganhos, saber como investir e principalmente tomar decisões sobre se deve ou não prosseguir no investimento”, salienta Weisz. A maior dificuldade no caso dos projetos de tecnologia, o especialista aponta, é saber o valor da tecnologia para não gastar mais do que a inovação vale. “Trata-se de um investimento para o futuro, é preciso saber avaliar o que vai acontecer com essa tecnologia lá na frente”, pondera.

Outro problema comum no desenvolvimento tecnológico são projetos mal elaborados que não contemplam todos os fatores envolvidos na inovação tecnológica. Boas propostas muitas vezes deixam de ser contempladas por não terem sido bem formuladas. Por outro lado, destaca o autor, projetos inviáveis são vendidos de modo muito atraente porque foram bem redigidos.

O livro, lançado no Espaço Cultural Finep, no Rio de Janeiro, no dia 15 de Junho, está disponível no site do IEL.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Chat com o professor Celso Leonardo

Tema: Estagiário Empreendedor. Dicas para o seu Sucesso no Mundo do Trabalho e da Inovação.

Professor Celso Leonardo: Bacharel em Administração de Empresas pela PUC Rio, MBA em Gestão de Negócios pela Grifo Enterprises e Mestrando em Metrologia, Qualidade e Inovação pela PUC-Rio. Consultor e professor é especialista em Empreendedorismo, Inovação, Gestão de Negócios, Marketing e Projetos. Já trabalhou nos EUA e hoje é Coordenador do Núcleo de Empreendedorismo da Universidade Veiga de Almeida além de Sócio-Diretor da R2B Network.


Data: dia 22/07 (quarta-feira)
Hora: às 15 horas
Local: Mundo IEL

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