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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Programa de Estágio CEMIG 2010: Inscrições começam no dia 1º de Fevereiro

A partir do dia 1º de fevereiro e até o dia 17, estarão abertas as inscrições para o processo seletivo realizado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para o programa de estágio Cemig 2010. São 454 vagas distribuídas em 23 cidades mineiras, sendo 220 para nível superior e 234 para nível técnico.


Serão oferecidas oportunidades aos alunos dos cursos técnicos de administração, formação gerencial, automação, automobilística, computação, contabilidade, finanças, edificações, eletroeletrônica, eletromecânica, eletrotécnica, eletrônica, eletrônica e automação, informática, informática industrial, instrumentação, geoprocessamento, gestão de negócios, gestão de processos industriais, industrial eletrotécnico, mecânica, meio ambiente, agropecuário, florestal, obras civis, processamento de dados, química, segurança do trabalho, sistemas de qualidade, transporte e trânsito, secretariado e graduação em: administração, administração com ênfase em marketing, ciência da informação, relações internacionais, arquitetura, ciência da computação, sistemas de informação, geoprocessamento, ciências contábeis, ciências econômicas, jornalismo, publicidade e propaganda, direito, engenharia ambiental, agronomia, engenharia florestal, ciências biológicas, geografia, engenharia em segurança do trabalho, engenharia agrimensura, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia de controle e automação, engenharia de produção, engenharia de telecomunicações, engenharia elétrica com ênfase em computação, engenharia eletrônica, engenharia florestal, engenharia mecânica, tecnólogo em normalização e qualidade industrial, estatística, psicologia, serviço social, tecnologia em processamento de dados, engenharia industrial elétrica, gestão ambiental, tecnologia em irrigação e drenagem.


As inscrições e provas serão feitas pela internet. “Os três primeiros candidatos selecionados no exame online farão uma entrevista na CEMIG com o gestor da área”, explica a gerente de Estágios do IEL, Joana Tostes Fernandes.


Os candidatos selecionados para entrevista na CEMIG deverão apresentar ao gestor da área, declaração escolar contendo a média do último período cursado.


O estágio de nível superior tem duração máxima de dez meses e carga horária de quatro horas diárias. Podem se inscrever alunos que estejam no penúltimo ou último ano de curso na época do estágio. O valor da bolsa é de 1,4 salário mínimo. Para o nível técnico, o estágio tem também duração de dez meses e carga horária de quatro horas diárias, mas os aluno deve estar no último ano na época do estágio ou já ter concluído o curso e necessitar do estágio obrigatório para obter o certificado de conclusão. O valor da bolsa é de 1,1 salário mínimo. A Cemig concederá o vale transporte para deslocamento, somente dentro da cidade, onde o estágio será realizado, e não concederá vale transporte inter-cidades.


Os candidatos escolhidos começarão o estágio em março de 2010.


Para se inscrever no Programa de Estágio CEMIG 2010, o candidato deverá acessar o site www.fiemg.com.br/iel e clicar no banner que se encontra no topo da página intitulado “Programa de Estágio CEMIG 2010”

Instituto Euvaldo Lodi mineiro mapeia polo calçadista de Nova Serrana

De cada 100 indústrias fabricantes de calçados de Minas Gerais, metade está em Nova Serrana. Quarenta e sete de 100 empregos gerados pelo setor se concentram no pequeno município de 60 mil habitantes, a 115 quilômetros de Belo Horizonte. São 12.303 trabalhadores, o que representa cerca de 65% da mão de obra empregada no município. Em Nova Serrana, estima-se encerrar o ano de 2009 com a produção de 95 milhões de pares de sapatos.

Para conhecer melhor o setor e o perfil de cada empresa da cidade, o Instituto Euvaldo Lodi de Minas Gerais (IEL/MG) lança o Diagnóstico das Indústrias Calçadistas, que mapeou todo o arranjo produtivo local (APL) de Nova Serrana, maior fabricante de calçados esportivos do país.

O diagnóstico resulta de um trabalho desenvolvido durante nove meses e revelou a existência de 687 indústrias de calçados no município. O documento, elaborado em parceria com o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), tem por finalidade facilitar o planejamento de ações voltadas para o aprimoramento das indústrias nas áreas tecnológica, gerencial e de qualidade dos produtos.

O estudo revela que 62,7% das empresas pesquisadas produzem calçados esportivos, reforçando aquilo que já se conhecia da identidade calçadista de Nova Serrana. Os dados mostram ainda que as empresas pesquisadas têm um tempo médio de existência de aproximadamente 12 anos. Ainda conforme os estudos do IEL/MG, 8,3% delas têm menos de dois anos de vida; 11,8% entre 21 e 30 anos; e 3,3% das fábricas têm mais de 30 anos de existência.

O tênis é o carro-chefe das indústrias de Nova Serrana. O produto responde por 57,5% dos calçados fabricados. Na sequência aparecem sandálias (24,9%), sapatilhas (10,7%) e rasteirinhas (9,7%).

O APL de Nova Serrana fabrica diariamente 311,5 mil pares de calçados, o que gera uma média de 800 pares por empresa. Por esses números estima-se que neste ano serão fabricados 95 milhões de pares de calçados. É como se cada funcionário produzisse 7.722 pares por ano. A pesquisa revela que 63% das indústrias fabricam até 500 pares por dia. Cerca de 22% delas fabricam até mil pares por dia e somente 0,6% das fábricas têm produção diária acima de 10 mil pares.

Essa produção é sobretudo de micro e pequenas empresas. Segundo o diagnóstico feito pelo IEL/MG 94,5% das empresas que compõem o APL de Nova Serrana são micro e de pequeno porte. Outros 5% são de médio porte e apenas 0,5% de grande porte.

Aproximadamente 18% das indústrias de calçados de Nova Serrana trabalham atualmente com ociosidade zero e 3,4% operam com até 10%. Na outra ponta a pesquisa revela que 19,3% das empresas estão operando com menos da metade da sua capacidade produtiva.

Quanto ao preço dos calçados vendidos, 26,7% comercializam a produção por até R$ 10 o par. Calçados com preço até R$ 15 são vendidos por 19,5% das indústrias calçadistas do APL. Somente 1,7% das fábricas produzem sapatos acima de R$ 35 o par.

Entre os principais compradores, o estado de São Paulo aparece em primeiro lugar, indicado por 92% das empresas. Em seguida aparece Minas Gerais, que foi indicado em 88% dos casos. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (71%), Paraná (68%), Santa Catarina (56%) e Rio Grande do Sul (54%). Pouco mais de 6% da produção é exportada.

Os representantes constituem o principal meio de comercialização de calçados fabricados em Nova Serrana. A presença deles aparece em 96% das empresas pesquisadas. Negócios diretos com os clientes representaram 28% das respostas e a distribuição dos produtos para redes de varejo 15%.

O desenvolvimento de projetos de design é outro ponto que vem ganhando importância entre os empresários do setor calçadista, sobretudo em razão do ganho de competitividade que proporciona à empresa. Mais de 65% das empresas ouvidas disseram fazer uso de projetos de design no desenvolvimento de seus produtos. O desenvolvimento do design na própria empresa é o procedimento mais adotado (35%), seguido pela terceirização de projetos prontos (31,6%).

A elevada carga tributária foi apontada por 90% dos entrevistados como o maior gargalo ao desenvolvimento das empresas de Nova Serrana. A dificuldade de encontrar mão de obra qualificada aparece como o segundo principal complicador. Competição acirrada do mercado (56%), inadimplência (35%) e falta de capital de giro (35%) também estão entre os maiores obstáculos do polo calçadista.

Foi praticamente unânime o posicionamento das empresas sobre a necessidade de qualificar cada vez mais os funcionários do setor. Sobre os cursos que mais interessariam às empresas para seus funcionários, o de gerenciamento e liderança aparece em primeiro lugar com 51%. Logo em seguida aparecem cursos de design e desenvolvimento de produto (41%), técnico em calçados (32%), gestão da produção (31%), modelagem (29%), manutenção (29%) e costura (23%).


Fonte: IEL-MG

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Mestres e doutores na empresa

O Sistema Fiemg, por intermédio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/MG), informa que a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), em uma parceira inédita com a FIAT Automóveis S/A - FPT Powertrain Technologies, acaba de lançar o Edital Fapemig 21/2009 - "Programa Estruturador Rede de Inovação Tecnológica – MESTRES E DOUTORES NA EMPRESA", disponibilizando recursos totais de R$ 1,1 milhão provenientes dos dois parceiros.

Serão aceitas propostas submetidas obrigatoriamente por mestres e doutores, individualmente ou associados a Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT) ou Instituições Privadas de Inovação Tecnológica (IPIT) sediadas no Estado de Minas Gerais. As empresas serão parceiras do projeto, mas não poderão ser proponentes.

O objetivo do edital é apoiar projetos de inovação em eficiência energética voltados para a área da mobilidade, sendo definidas as seguintes linhas temáticas:

* Linha Temática 1: Energias alternativas e otimização da energia utilizada nos processos industriais de fabricação na área automotiva.

* Linha Temática 2: Simulação e validação aplicadas a motores e transmissões.

* Linha Temática 3: Mecânica aplicada a motopropulsores; fluidodinâmica, lubrificação e combustão.


O.B.S.: O Anexo I do Edital lista os temas de cada linha.

PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS: 16 de Novembro de 2009.

Clique aqui para a leitura do Edital.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Conhecimento compartilhado

Toda a experiência do IEL Minas na elaboração de projetos de inovação será compartilhada com outras quatro federações de indústria. Durante os meses de outubro e novembro, a equipe do Núcleo de Apoio à Inovação do IEL vai ministrar cursos sobre o assunto no Acre, Espírito Santo, Pernambuco e Goiás.


O projeto foi articulado pelo IEL Minas com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e conta com a parceria do IEL de Santa Catarina. Os cursos fazem parte do Programa de Desenvolvimento Territorial com Foco em Coletivos Empresariais – um projeto da CNI em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que tem como objetivo promover a competitividade das empresas nos estados.


Durante uma semana, profissionais ligados à área de inovação vão repassar a metodologia usada pelo IEL na formatação de propostas para envio a órgãos de fomento, um trabalho feito pelo IEL junto a empresas que querem conseguir recursos para desenvolver projetos inovadores.


“Temos uma taxa média de aprovação de 78% junto a órgãos de fomento e financiamento”, explica o gerente do Núcleo de Apoio à Inovação do IEL, Célio Cabral. Neste ano, dos sete projetos elaborados pelo IEL e enviados para a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), quatro foram aprovados totalizando mais de R$ 7 milhões em recursos não-reembolsáveis para as empresas envolvidas.

CNI | SESI | SENAI | IEL