sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

IEL do Amazonas aplica Programa de Qualificação de Fornecedores

Empresas fornecedoras do Grupo Simões e da Recofarma Indústria do Amazonas Ltda participaram nesta quarta e quinta-feira (28/1) das primeiras ações do Programa de Qualificação de Fornecedores (PQF). O programa é desenvolvido pelo Instituto Euvaldo Lodi do Amazonas (IEL/AM) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas (Sebrae/AM). A qualificação dos fornecedores terá 170 horas de duração.

A proposta do PQF é apresentada pelo assessor técnico da GTZ (Deuttsche Gessellschaft für Technische Zusammenarbeit GmbH), Walter Jäckel, às empresas ancoras, fornecedores e consultores regionais. Inicialmente, o programa será realizado para 20 fornecedores. Segundo Jäckel, o PQF é desenvolvido pelo projeto alemão Vínculos para implementar boas práticas de gestão nas empresas participantes.

“O programa qualifica micro e pequenas empresas para atender a demanda das grandes indústrias. No Amazonas, o PQF será desenvolvido em 10 fornecedoras do Grupo Simões e 10 da Recofarma durante 12 meses. Nesse período as participantes terão oportunidade de melhorar a interação entre elas e gestões de qualidade para atender aos critérios das grandes indústrias compradoras”, disse o consultor Walter Jäckel.

O gerente de suprimentos do Grupo Simões, Marcelo de Oliveira explicou que foram chamadas empresas sem um sistema de qualidade definido e que são fornecedores em potencial para a empresa. “A idéia é incentivar mudança de padrões de qualidade para que essa transformação seja notada principalmente pelo nosso cliente e consumidor final”, disse ele.

O PQF no Amazonas acompanhará 20 fornecedores da Recofarma e Grupo Simões. O programa será desenvolvido em 12 meses, com duração de 170 horas divididas em módulos de capacitação e consultoria. Serão abordadas as áreas de qualidade, meio ambiente, saúde e segurança no trabalho, estratégia empresarial e responsabilidade social. Os temas serão apresentados em oficinas de capacitação. A aplicabilidade dos assuntos estudados nas oficinas é acompanhada por meio de visitas técnicas dos consultores.


Fonte: IEL-AM

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Programa dissemina informações sobre propriedade intelectual

Relatório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) de 2009 mostra que 84,2% dos pedidos de patentes depositados no Brasil, em 2006, são de outros países, e 90,2% das patentes concedidas no país nesse mesmo ano também eram estrangeiras. De acordo com a gerente de Desenvolvimento Empresarial do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Diana Jungmann, a partir desses dados é possível constatar um desconhecimento das empresas brasileiras sobre os instrumentos de propriedade intelectual, dos quais os pedidos e concessões de patentes são alguns deles, juntamente com registro de marcas, direito autoral, desenho industrial, identificação geográfica.

Para reverter esse quadro, o IEL, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) estão desenvolvendo publicações com informações sobre o tema a professores e alunos do SENAI, empresários e jornalistas. A iniciativa integra o Programa de Propriedade Intelectual na Indústria, desenvolvido pelas três entidades desde 2008, com o objetivo de capacitar esses públicos e disseminar informações sobre o tema. “A questão da propriedade intelectual é algo novo no Brasil e fundamental para o estímulo a uma cultura inovadora”, destaca Diana.

Entre as ações desenvolvidas pelo programa estão a capacitação de mais de 150 profissionais do IEL, SENAI e Serviço Social da Indústria (SESI) no tema. Além disso, em 20 estados foram implantados em Núcleos de Informações Tecnológicas do SENAI ambiente onde são realizadas pesquisas patentárias por profissionais especializados. “Esses espaços são muito importantes, seja para as buscas acadêmicas de professores e alunos da instituição, seja para a consulta por parte das empresas”, afirma o gerente de Inovação Tecnológica do SENAI, Orlando Clapp.

Além de impressas, as publicações também estarão disponíveis nos sites das instituições parceiras do programa e, este ano, serão promovidos, em vários estados, cursos e palestras sobre propriedade intelectual a empresários. O SENAI está desenvolvendo também cursos presenciais e a distância, via internet, para o público em geral.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Programa de Estágio CEMIG 2010: Inscrições começam no dia 1º de Fevereiro

A partir do dia 1º de fevereiro e até o dia 17, estarão abertas as inscrições para o processo seletivo realizado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para o programa de estágio Cemig 2010. São 454 vagas distribuídas em 23 cidades mineiras, sendo 220 para nível superior e 234 para nível técnico.


Serão oferecidas oportunidades aos alunos dos cursos técnicos de administração, formação gerencial, automação, automobilística, computação, contabilidade, finanças, edificações, eletroeletrônica, eletromecânica, eletrotécnica, eletrônica, eletrônica e automação, informática, informática industrial, instrumentação, geoprocessamento, gestão de negócios, gestão de processos industriais, industrial eletrotécnico, mecânica, meio ambiente, agropecuário, florestal, obras civis, processamento de dados, química, segurança do trabalho, sistemas de qualidade, transporte e trânsito, secretariado e graduação em: administração, administração com ênfase em marketing, ciência da informação, relações internacionais, arquitetura, ciência da computação, sistemas de informação, geoprocessamento, ciências contábeis, ciências econômicas, jornalismo, publicidade e propaganda, direito, engenharia ambiental, agronomia, engenharia florestal, ciências biológicas, geografia, engenharia em segurança do trabalho, engenharia agrimensura, engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia de controle e automação, engenharia de produção, engenharia de telecomunicações, engenharia elétrica com ênfase em computação, engenharia eletrônica, engenharia florestal, engenharia mecânica, tecnólogo em normalização e qualidade industrial, estatística, psicologia, serviço social, tecnologia em processamento de dados, engenharia industrial elétrica, gestão ambiental, tecnologia em irrigação e drenagem.


As inscrições e provas serão feitas pela internet. “Os três primeiros candidatos selecionados no exame online farão uma entrevista na CEMIG com o gestor da área”, explica a gerente de Estágios do IEL, Joana Tostes Fernandes.


Os candidatos selecionados para entrevista na CEMIG deverão apresentar ao gestor da área, declaração escolar contendo a média do último período cursado.


O estágio de nível superior tem duração máxima de dez meses e carga horária de quatro horas diárias. Podem se inscrever alunos que estejam no penúltimo ou último ano de curso na época do estágio. O valor da bolsa é de 1,4 salário mínimo. Para o nível técnico, o estágio tem também duração de dez meses e carga horária de quatro horas diárias, mas os aluno deve estar no último ano na época do estágio ou já ter concluído o curso e necessitar do estágio obrigatório para obter o certificado de conclusão. O valor da bolsa é de 1,1 salário mínimo. A Cemig concederá o vale transporte para deslocamento, somente dentro da cidade, onde o estágio será realizado, e não concederá vale transporte inter-cidades.


Os candidatos escolhidos começarão o estágio em março de 2010.


Para se inscrever no Programa de Estágio CEMIG 2010, o candidato deverá acessar o site www.fiemg.com.br/iel e clicar no banner que se encontra no topo da página intitulado “Programa de Estágio CEMIG 2010”

Instituto Euvaldo Lodi mineiro mapeia polo calçadista de Nova Serrana

De cada 100 indústrias fabricantes de calçados de Minas Gerais, metade está em Nova Serrana. Quarenta e sete de 100 empregos gerados pelo setor se concentram no pequeno município de 60 mil habitantes, a 115 quilômetros de Belo Horizonte. São 12.303 trabalhadores, o que representa cerca de 65% da mão de obra empregada no município. Em Nova Serrana, estima-se encerrar o ano de 2009 com a produção de 95 milhões de pares de sapatos.

Para conhecer melhor o setor e o perfil de cada empresa da cidade, o Instituto Euvaldo Lodi de Minas Gerais (IEL/MG) lança o Diagnóstico das Indústrias Calçadistas, que mapeou todo o arranjo produtivo local (APL) de Nova Serrana, maior fabricante de calçados esportivos do país.

O diagnóstico resulta de um trabalho desenvolvido durante nove meses e revelou a existência de 687 indústrias de calçados no município. O documento, elaborado em parceria com o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), tem por finalidade facilitar o planejamento de ações voltadas para o aprimoramento das indústrias nas áreas tecnológica, gerencial e de qualidade dos produtos.

O estudo revela que 62,7% das empresas pesquisadas produzem calçados esportivos, reforçando aquilo que já se conhecia da identidade calçadista de Nova Serrana. Os dados mostram ainda que as empresas pesquisadas têm um tempo médio de existência de aproximadamente 12 anos. Ainda conforme os estudos do IEL/MG, 8,3% delas têm menos de dois anos de vida; 11,8% entre 21 e 30 anos; e 3,3% das fábricas têm mais de 30 anos de existência.

O tênis é o carro-chefe das indústrias de Nova Serrana. O produto responde por 57,5% dos calçados fabricados. Na sequência aparecem sandálias (24,9%), sapatilhas (10,7%) e rasteirinhas (9,7%).

O APL de Nova Serrana fabrica diariamente 311,5 mil pares de calçados, o que gera uma média de 800 pares por empresa. Por esses números estima-se que neste ano serão fabricados 95 milhões de pares de calçados. É como se cada funcionário produzisse 7.722 pares por ano. A pesquisa revela que 63% das indústrias fabricam até 500 pares por dia. Cerca de 22% delas fabricam até mil pares por dia e somente 0,6% das fábricas têm produção diária acima de 10 mil pares.

Essa produção é sobretudo de micro e pequenas empresas. Segundo o diagnóstico feito pelo IEL/MG 94,5% das empresas que compõem o APL de Nova Serrana são micro e de pequeno porte. Outros 5% são de médio porte e apenas 0,5% de grande porte.

Aproximadamente 18% das indústrias de calçados de Nova Serrana trabalham atualmente com ociosidade zero e 3,4% operam com até 10%. Na outra ponta a pesquisa revela que 19,3% das empresas estão operando com menos da metade da sua capacidade produtiva.

Quanto ao preço dos calçados vendidos, 26,7% comercializam a produção por até R$ 10 o par. Calçados com preço até R$ 15 são vendidos por 19,5% das indústrias calçadistas do APL. Somente 1,7% das fábricas produzem sapatos acima de R$ 35 o par.

Entre os principais compradores, o estado de São Paulo aparece em primeiro lugar, indicado por 92% das empresas. Em seguida aparece Minas Gerais, que foi indicado em 88% dos casos. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (71%), Paraná (68%), Santa Catarina (56%) e Rio Grande do Sul (54%). Pouco mais de 6% da produção é exportada.

Os representantes constituem o principal meio de comercialização de calçados fabricados em Nova Serrana. A presença deles aparece em 96% das empresas pesquisadas. Negócios diretos com os clientes representaram 28% das respostas e a distribuição dos produtos para redes de varejo 15%.

O desenvolvimento de projetos de design é outro ponto que vem ganhando importância entre os empresários do setor calçadista, sobretudo em razão do ganho de competitividade que proporciona à empresa. Mais de 65% das empresas ouvidas disseram fazer uso de projetos de design no desenvolvimento de seus produtos. O desenvolvimento do design na própria empresa é o procedimento mais adotado (35%), seguido pela terceirização de projetos prontos (31,6%).

A elevada carga tributária foi apontada por 90% dos entrevistados como o maior gargalo ao desenvolvimento das empresas de Nova Serrana. A dificuldade de encontrar mão de obra qualificada aparece como o segundo principal complicador. Competição acirrada do mercado (56%), inadimplência (35%) e falta de capital de giro (35%) também estão entre os maiores obstáculos do polo calçadista.

Foi praticamente unânime o posicionamento das empresas sobre a necessidade de qualificar cada vez mais os funcionários do setor. Sobre os cursos que mais interessariam às empresas para seus funcionários, o de gerenciamento e liderança aparece em primeiro lugar com 51%. Logo em seguida aparecem cursos de design e desenvolvimento de produto (41%), técnico em calçados (32%), gestão da produção (31%), modelagem (29%), manutenção (29%) e costura (23%).


Fonte: IEL-MG

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Novas vagas para o IEL-SC

BLUMENAU

CÓDIGO DA VAGA: 2046-BLU
CURSO: Técnico em Hardware, Micros e Redes e Afins.
FASE: A partir da 1ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 2045-BLU
CURSO: Processamento de dados, Ciências da Computação, Sistemas de Informação
FASE: A partir da 3ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 2043-BLU
CURSO: Sistemas de Informação
FASE: A partir da 1ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 2042-BLU
CURSO: Produção de moda, Técnico em Vestuário, Estilismo.
FASE: A partir da 1ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 2041-BLU
CURSO: Administração, Contabilidade
FASE: A partir da 1ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 2038-BLU
CURSO: Administração, Contabilidade, Economia
FASE: A partir da 1ª fase.

CÓDIGO DA VAGA: 2039-BLU
CURSO: Publicidade e Propaganda, Marketing.
FASE: A partir da 1ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 2038-BLU
CURSO: Administração, Contabilidade, Economia
FASE: A partir da 1ª fase.


CÓDIGO DA VAGA: 1997-BLU
CURSO: Engenharia civil
FASE: A partir da 5ª fase


CAÇADOR

CÓDIGO DA VAGA: 0344-CAC
CURSO: Administração
FASE: A Partir da 4ª Fase


CÓDIGO DA VAGA: 0473-CAC
CURSO: Técnico em Mecânica ou Eletrotécnica
FASE: A Partir da 1ª Fase

CÓDIGO DA VAGA: 0477-CAC
CURSO: Administração
FASE: A Partir da 2ª Fase


CÓDIGO DA VAGA: 0487-CAC
CURSO: Engenharia Mecatrônica / Técnico em Eletrotécnica ou Mecânica
FASE: A Partir da 1ª Fase


CÓDIGO DA VAGA: 0490-CAC
CURSO: Administração
FASE: A Partir da 4ª Fase


CÓDIGO DA VAGA: 0496-CAC
CURSO: Ciências Contábeis
FASE: A Partir da 1ª Fase



CRICIÚMA


CÓDIGO DA VAGA: 1598-CRI
CURSO: Técnico em Enfermagem ou Técnico em Farmácia
FASE: Fases iniciais


CÓDIGO DA VAGA: 1578-CRI
CURSO: Técnico em Enfermagem
FASE: Fases iniciais


CÓDIGO DA VAGA: 1550-CRI
CURSO: Técnico em Enfermagem ou Técnico em Farmácia
FASE: Fases iniciais


CÓDIGO DA VAGA: 1592-CRI
CURSO: Ciência da Computação ou Sistemas de Informação
FASE: A partir da 2ª fase


CÓDIGO DA VAGA: 1601-CRI
CURSO: Técnico em Vestuário ou Tecnologia em Design
FASE: 2a Fase


CÓDIGO DA VAGA: 1600-CRI
CURSO: Técnico em Administração
FASE: Fases iniciais



FLORIANÓPOLIS


CÓD. DA VAGA: 3558
CURSO: TÉCNICO EM CERÂMICA OU TÉCNICO EM QUIMICA
FASE: ULTIMO PERIODO


CÓD. DA VAGA: 3442
CURSO: ADMINISTRAÇÃO
FASE: A PARTIR DA SÉTIMA FASE


CÓD. DA VAGA: 3512
CURSO: FISIOTERAPIA
FASE: A PARTIR DA SEXTA FASE


CÓD. DA VAGA: 3542
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA
FASE: A PARTIR DA QUINTA FASE


CÓD. DA VAGA: 3526
CURSO: ARQUITETURA E URBANISMO
FASE: A PARTIR DA QUINTA FASE


CÓD. DA VAGA: 3524
CURSO: ENGENHARIA MECÂNICA / TÉCNICO EM MECÂNICA
FASE: ENGENHARIA MECÂNICA A PARTIR DA QUINTA FASE / TÉCNICO EM MECÂNICA A PARTIR DA METADE DO CURSO


CÓD. DA VAGA: 3552
CURSO: ENGENHARIA CIVIL, ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CIVIL
FASE: 7ª OU 8ª FASE


CÓD. DA VAGA: 3520
CURSO: EDIFICAÇÕES / WEB DESIGN / AUTOMAÇÃO / CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS / ÁREAS RELACIONADAS
FASE: QUALQUER


CÓD. DA VAGA: 3548
CURSO: ELETROTÉCNICA / TELECOMUNICAÇÕES / REDES DE COMPUTADORES / AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
FASE: QUALQUER


CÓD. DA VAGA: 3503
CURSO: ENFERMAGEM / FARMÁCIA
FASE: QUALQUER FASE


ITAJAÍ

CÓD. VAGA: 533-ITJ
CURSO: TÉC. EM ELETROTÉCNICA
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓD. VAGA: 540-ITJ
CURSO: PUBLICIDADE E PROPAGANDA / MARKETING
FASE: A PARTIR DA 2ª FASE


CÓD. VAGA: 541-ITJ
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA
FASE: A PARTIR DA 5ª FASE


CÓD. VAGA: 566-ITJ
CURSO: TÉC. EM ELETROMECÂNICA
FASE: A PARTIR DA 3ª FASE


CÓD. VAGA: 591-ITJ
CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS
FASE: A PARTIR DA 6ª FASE


CÓD. VAGA: 595-ITJ
CURSO: ADMINISTRAÇÃO
FASE: A PARTIR DA 2ª FASE



JARAGUÁ / SÃO BENTO


CÓDIGO DA VAGA: 1003-JAR
CURSO: TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 946-JAR
CURSO: ARQUITETURA
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 983-JAR
CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1160-JAR
CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA
FASE: A PARTIR DA 2ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1168-JAR
CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTICA
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1170-JAR
CURSO: PEDAGOGIA
FASE: A PARTIR DO 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1141-JAR
CURSO: ADMINISTRAÇÃO - LINHA DE FORMAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1142-JAR
CURSO: ENGENHARIA MECÂNICA
FASE: A PARTIR DA 1ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1171-JAR
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA
FASE: A PARTIR DA 4ª FASE


CÓDIGO DA VAGA: 1135-JAR
CURSO: ADMINISTRAÇÃO

FASE: A PARTIR DA 1ª FASE




JOAÇABA

Código da Vaga: 251-JOA
Curso: Administração, Ciências Contábeis ou Secretariado Executivo
Fase: a partir da 1ª fase


Código da Vaga: 255-JOA
Curso: Publicidade e Propaganda
Fase: a partir da 4ª fase



JOINVILLE
Código da vaga: 1040-JOI
Curso: Técnico em Mecânica Automotiva
Fase: a partir do 1º semestre


Código da vaga: 1087-JOI
Curso: Técnico / Tecnologia em Automação, Eletrônica, Eletrotécnica ou Mecatrônica
Fase: a partir do 2º semestre


Código da vaga: 1058-JOI
Curso: Técnico em Eletromecânica Automotiva / Manutenção Automotiva
Fase: a partir do 3° semestre


Código da vaga: 1111-JOI
Curso: Técnico ou Tecnologia em Eletrotécnica ou Eletromecânica
Fase: a partir do 2° semestre


Código da vaga: 1109-JOI
Curso: Técnico Eletrônica, Mecatrônica ou Automação
Fase: 1º ou 2° semestres


Código da vaga: 1101-JOI
Curso: Tecnologia em Recursos Humanos ou Superior em Psicologia
Fase: 3º ano


Código da vaga: 1094-JOI
Curso: Engenharia da Computação e afins
Fase: 4º ano


Código da vaga: 1102-JOI
Curso: Técnico em Automação Industrial
Fase: a partir do 2º semestre


LAGES

CODIGO DA VAGA: 329 LAG
CURSO: Administração
FASE: Indiferente


CODIGO DA VAGA: 331 LAG
CURSO: Eletromecânica
FASE: Indiferente


CODIGO DA VAGA: 332 LAG
CURSO: Eletrotécnica/ Automação Industrial
FASE: 3º módulo


CODIGO DA VAGA: 333 LAG
CURSO: Eletrotécnica/ Eletromecânica
FASE: Cursando ou Formado

Triplica o número de vagas de estágio do Instituto Euvaldo Lodi de Mato Grosso

O Instituto Euvaldo Lodi de Mato Grosso (IEL/MT) atravessa um momento atípico. No período de férias é comum a redução do número de vagas e a procura por estágios, mas 2010 começou acelerado. As empresas têm demandado estagiários com mais frequência e muitos estudantes estão aproveitando as oportunidades. Em janeiro de 2009 eram oferecidas 12 vagas por semana, e neste mês de janeiro o número triplicou: são 36 vagas por semana.

Segundo o superintendente do IEL/MT, José Carlos Dorte, issi indica que o Brasil está nos trilhos do desenvolvimento. As empresas estão investindo e confiam no trabalho do IEL/MT, que faz uma pré-seleção e garante estagiários com o perfil exigido. Essa é a chance que o estudante deve aproveitar quando os demais ainda estão de férias. “O aluno que pretende realmente fazer a diferença no mercado não pode perder essa chance. Basta procurar o IEL/MT e se cadastrar”.

Para Dorte as universidades e escolas são beneficiadas com as informações repassadas pelos estudantes e professores-orientadores, que permitem a melhoria contínua de métodos e técnicas. “Para as empresas os estagiários ajudam na atualização de tecnologias e conhecimentos e geram ganhos na produtividade”, ressaltou.

Os estágios são remunerados com bolsa-auxílio e auxílio transporte. As vagas são atualizadas diariamente pelo IEL/MT e podem ser consultadas no site www.ielmt.com.br/estagio.

Mais informações pelo telefone (65) 3611-1501.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Programa dissemina informações sobre propriedade intelectual

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) de 2009 mostra, por meio de um relatório, que 84,2% dos pedidos de patentes depositados no Brasil em 2006 são de outros países e que 90,2% das patentes concedidas no país, nesse mesmo ano, também eram estrangeiras.

De acordo com a gerente de Desenvolvimento Empresarial do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Diana Jungmann, a partir desses dados é possível constatar um desconhecimento das empresas brasileiras sobre os instrumentos de propriedade intelectual como pedidos e concessões de patentes, registro de marcas, direito autoral, desenho industrial, identificação geográfica e outros.

Para reverter esse quadro, o IEL, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) lançam em março publicações com informações sobre o tema voltadas para professores e alunos do SENAI, empresários e jornalistas.

A iniciativa integra o Programa de Propriedade Intelectual na Indústria, desenvolvido pelas três instituições desde 2008 para disseminar informações sobre o tema. “A questão da propriedade intelectual é nova no Brasil e fundamental para estimular a cultura inovadora”, disse Diana.

Entre as ações desenvolvidas pelo programa estão a capacitação de mais de 150 profissionais do IEL, SENAI e Serviço Social da Indústria (SESI) no tema. Além disso, em 20 estados foram implantados em Núcleos de Informações Tecnológicas do SENAI, ambientes onde são realizadas pesquisas patentárias por profissionais especializados.

“Esses espaços são muito importantes para pesquisas acadêmicas de professores e alunos da instituição e para a consulta das empresas”, afirmou o gerente de Inovação Tecnológica do SENAI, Orlando Clapp.

Além de impressas, as publicações também estarão disponíveis nos sites das instituições parceiras do programa e neste ano serão promovidos, em vários estados, cursos e palestras sobre propriedade intelectual para empresários. O SENAI está desenvolvendo também cursos presenciais e a distância via internet para o público em geral.

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