Projetos de investimentos podem ser afetados por fatores econômicos, como uma crise financeira, políticos e até naturais, como catástrofes, mas os riscos são ainda maiores quando se trata de tecnologia. A inovação pode se mostrar inexeqüível ao longo de sua elaboração ou ainda ser atropelada pela concorrência que pode aparecer com algo similar antes da conclusão do processo de desenvolvimento.
Essas dificuldades na execução de projetos são mostradas com detalhes no livro Projetos de Inovação Tecnológica – Planejamento, Formulação, Avaliação, Tomada de Decisões, de Joel Weisz, especialista em política e gestão de inovação tecnológica. Lançada pela Sociedade Pró-Inovação Tecnológica (Protec), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), a obra apresenta técnicas de planejamento, formulação, avaliação e tomada de decisões para orientar empreendedores e empresas.
A partir de um projeto fictício de desenvolvimento de processo de produção de etanol com o bagaço da cana de açúcar, o autor descreve de forma didática todas as etapas de formulação e planejamento. Detalha desde a análise precisa dos riscos, passando pela formulação do cronograma e estudo de viabilidade do projeto até a identificação dos recursos necessários e das fontes de financiamento disponíveis no mercado.
“Qualquer projeto envolve riscos e o investidor precisa ter expectativa de ganhos, saber como investir e principalmente tomar decisões sobre se deve ou não prosseguir no investimento”, salienta Weisz. A maior dificuldade no caso dos projetos de tecnologia, o especialista aponta, é saber o valor da tecnologia para não gastar mais do que a inovação vale. “Trata-se de um investimento para o futuro, é preciso saber avaliar o que vai acontecer com essa tecnologia lá na frente”, pondera.
Outro problema comum no desenvolvimento tecnológico são projetos mal elaborados que não contemplam todos os fatores envolvidos na inovação tecnológica. Boas propostas muitas vezes deixam de ser contempladas por não terem sido bem formuladas. Por outro lado, destaca o autor, projetos inviáveis são vendidos de modo muito atraente porque foram bem redigidos.
O livro, lançado no Espaço Cultural Finep, no Rio de Janeiro, no dia 15 de Junho, está disponível no site do IEL.
terça-feira, 28 de julho de 2009
1º Encontro Mato-Grossense de Estágio

Venha discutir as oportunidades e necessidades de desenvolvimento dessa atividade construtiva que é o ESTÁGIO, possibilitando a troca de experiências e analisar aspectos importantes da Lei nº 11.788/2008.
Palestras:
- “Uma visão prática sobre a lei de estágio” Maria Lúcia Guimarães de Macêdo
- “Aspectos da fiscalização conforme a nova lei de estágio” Valdiney Antonio de Arruda
- “O estágio no âmbito da Universidade Federal de Mato Grosso” Profª Drª Myrian Thereza de Moura Serra
- “O estágio profissional supervisionado nos Cursos Técnicos do SENAI-MT” Profª Suely Cândida Catharino
Dia: 13/08/2009
Horário: 13h
Local: SENAI Cuiabá – Av. XV de Novembro, 303 – Porto – Cuiabá/MT Tel: (65) 3611.1501 / 1659 / 1517
ENTRADA GRATUITA
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Transformadores de rede ganham etiqueta de eficiência energética
Os transformadores instalados nas redes brasileiras de distribuição elétrica terão, a partir de 2 de junho, uma etiqueta que indicará o grau de consumo de energia do aparelho. Semelhante ao que é aplicado em geladeiras, condicionadores de ar residenciais e outros equipamentos elétricos, o selo mostrará ao mercado as empresas que investem na preservação do meio ambiente, na qualidade e na eficiência energética dos transformadores.
Resultado de uma iniciativa da indústria do setor, a etiqueta é parte de um amplo trabalho que visa à regulamentação do equipamento pela Lei 10.295/2001, que prevê padrões mínimos de eficiência energética para aparelhos elétricos usados no Brasil. “A expectativa é que em 2011 o Brasil tenha uma legislação definindo padrões mínimos de eficiência energética para esses equipamentos”, informa Rodrigo Sarmento Garcia, analista da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O estabelecimento de índices mínimos de eficiência energética para os transformadores reduzirá as perdas técnicas de energia na rede de distribuição e, conseqüentemente, diminuirá a conta paga pelos consumidores. “Além do combate ao desperdício, do melhor aproveitamento dos recursos naturais, haverá uma redução nos custos de energia”, afirma Garcia.
Segundo ele, os padrões mínimos de eficiência serão definidos a partir de estudos técnicos e de uma base de dados que estão sendo organizados pelas indústrias do setor, coordenadas por um grupo de técnicos da CNI, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) da Eletrobrás, do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), da Associação Brasileira da Indústria Eletro- Eletrônica (Abinee) e do Ministério de Minas e Energia.
Os estudos também terão a contribuição e a avaliação de técnicos do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O trabalho começou há três anos com a formação do grupo de empresas interessadas na qualificação dos transformadores e uma pesquisa que envolveu 21 empresas do setor, responsáveis por 90% do mercado.
A pesquisa e o trabalho desenvolvido até agora mostraram que as indústrias brasileiras têm condições técnicas para produzir transformadores 30% mais eficientes que os disponíveis no mercado. Atualmente, existem cerca de 2,5 milhões de transformadores instalados nas redes de distribuição de energia do país. As indústrias do setor colocam aproximadamente 130 mil novos aparelhos ao ano no mercado. Os transformadores novos, que duram entre 15 e 20 anos, são usados na reposição de antigos ou na expansão das redes de distribuição, informa o técnico da CNI.
A substituição dos aparelhos menos eficientes é um investimento elevado para as concessionárias de energia e outras empresas que instalam redes elétricas. Por isso, a indústria sugere, além da definição de padrões mínimos de eficiência, a criação de incentivos para a compra de transformadores de baixo consumo e o combate à pirataria.
O selo de eficiência dos transformadores será lançado em 2 de junho, às 12h, no estande da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), na Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação, que ocorrerá de 1º a 5 de junho no Anhembi, em São Paulo.
IEL desenvolve com Sebrae novo programa de desenvolvimento de fornecedores
Aumentar a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas fornecedoras de grandes indústrias é a meta do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF), desenvolvido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Serão atendidas 56 empresas âncoras e qualificadas, no mínimo, 700 fornecedoras em todo o país no período de três anos. A iniciativa funcionará semelhantemente ao Programa de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores (PQF), lançado pelo IEL há aproximadamente dois anos.
Para capacitar técnicos das duas instituições é realizada desde a última quarta-feira, 27 de maio, a primeira edição do Encontro dos Gestores do Programa Sebrae-IEL de Desenvolvimento de Fornecedores. Nesses três dias de curso, os 60 profissionais reunidos em Brasília debateram ações, conceitos, metodologias e critérios de acompanhamento da implementação dos projetos e resultados para o programa.
O superintendente do IEL, Carlos Cavalcante, destacou que esse convênio tem foco na geração de novos negócios. “É muito elevado o grau de motivação de micro e pequenas empresas quando apresentamos essa possibilidade de se tornarem fornecedoras das grandes”, disse. “Para os grandes empreendimentos é positiva essa relação com a comunidade do local onde se instalam.”
Ele ressaltou ainda que as duas instituições têm experiências de sucesso em ações conjuntas. Como exemplo citou os programas de capacitação empresarial e o de Iniciação Científica e Tecnológica (Bitec), ambos voltados para micro e pequenas empresas. “Esse novo programa conta com grande apoio de líderes empresariais principalmente porque o empresário terá voz ativa na governança local dos projetos”, afirmou Cavalcante.
De acordo com o diretor-técnico do Sebrae, Luiz Carlos Barboza, essa é a maior parceria estabelecida nacionalmente entre as duas entidades. “Essa ação é fundamental nesse momento de crise econômica, pois as pequenas empresas devem estar muito preparadas e competitivas para aproveitar oportunidades interessantes que podem funcionar como alavanca de ascensão e desenvolvimento”, destacou Barboza.
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Cartão telefônico comemorativo

O presidente da Oi - Telemar Norte Leste S/A, Luiz Eduardo Falco, lançou nesta terça-feira, 30 de junho, durante a reunião mensal de Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o cartão telefônico Oi comemorativo dos 40 anos do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).
Em breve pronunciamento, Falco disse que a empresa “estava feliz por associar seu nome a uma instituição da importância do IEL e à CNI”. Revelou que a Oi acredita no desenvolvimento do país e vai investir R$ 5 bilhões neste ano. No valor está incluída a parceria que a corporação fez com o governo federal para oferecer internet gratuita a 20 milhões de alunos de escolas públicas. Em três anos, mais 20 milhões de estudantes serão beneficiados.
Maior empresa brasileira de telecomunicações, com atuação em todo o território nacional, a Oi tem hoje cerca de 57,6 milhões de clientes. Deste total, 21,8 milhões são de telefonia fixa, 31,9 milhões de telefonia móvel e 3,9 milhões de banda larga.
O presidente da CNI e do Conselho Superior do IEL, Armando Monteiro Neto, agradeceu a iniciativa da Oi “pela compreensão do papel estratégico que o IEL tem hoje” na oferta de serviços visando o aperfeiçoamento da gestão e a capacitação empresarial.
Em 29 de janeiro, o IEL completou 40 anos de atividades, período em que vem promovendo a interação entre empresas e instituições geradoras de conhecimento e de novas tecnologias.
À solenidade compareceram, além do presidente Luiz Eduardo Falco, oito integrantes da Diretoria da Oi.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Mercado de Trabalho demanda profissional com múltiplas competências
Conhecimento de mais de um idioma e domínio da informática deixaram de ser fator determinante para o ingresso no mercado de trabalho. Hoje, são pré-requisitos básicos para conquistar uma vaga. Para se diferenciar no mercado é preciso múltiplas competências: saber se comunicar e se relacionar, ter proatividade e flexibilidade, ser inovador e empreendedor, ter pensamento sistêmico e estratégico, saber tomar decisão e planejar, além de ter responsabilidade social e ambiental. A afirmação é de Emanoele Grassi, psicóloga da área de recrutamento e seleção do IEL Estágio, que ministrou a palestra "Competências Humanas e Empreendedoras - Projetando o Futuro do Jovem Talento", na 8ª Feira de Estágios e Empregos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba.
De acordo com ela, as competências são moldadas pelas experiências em diferentes circunstâncias. "Todos têm competências, mas é preciso desenvolvê-las. Aqueles que não praticam suas competências são menos eficientes. Não é o saber que conta, mas sim o saber fazer", afirmou a psicóloga, que deu dicas de como desenvolver competências. "É preciso trabalhar com resolução de problemas e projetos com tarefas complexas e desafios que incitem e mobilizem os conhecimentos, habilidades e valores. A competência é constituída na prática", disse.
Segundo Emanoele, gerenciar as fraquezas, melhorar os talentos, se adaptar ao meio em que se quer atuar e sair da zona de conforto também são caracterísiticas de um profissional bem sucedido. "O futuro pertence a um tipo diferente de pessoa com um tipo diferente de cabeça. Cada um pode escolher e fazer o seu futuro", ressaltou.
Mestres e Doutores - Outra palestra do IEL apresentada na Feira de Estágios e Empregos da UTFPR, teve como tema "Empresas: um potencial de desenvolvimento de carreira para mestres e doutores", proferida pela coordenadora de projetos de inovação organizacional do IEL Paraná, Ieda Tacla.
Ela abordou as mudanças no mercado de trabalho e as novas oportunidades de atuação que surgem para profissionais altamente qualificados, como mestres e doutores. "Estas mudanças são impulsionadas pela necessidade do setor produtivo de intensificar seu potencial de inovação para ganhar competitividade, pela natural dinâmica do mercado, criação de políticas públicas, entre outros motivos", afirmou Ieda. O IEL, em parceria com o Senai Paraná, desenvolve o Programa Antena ABG Brasil, que promove a inserção de mestres e doutores nas indústrias do Estado.
Durante a Feira, os estudantes interessados em ingressar no mercado de trabalho puderam conhecer os serviços oferecidos pelo IEL Estágio e cadastrar o currículo profissional para participar de seleções futuras. O IEL Estágio presta consultoria para jovens talentos interessados em conquistar uma vaga de estágio ou trainee em empresas de todo o Paraná. Interessados em participar dos processos de seleção devem se cadastrar no site: www.ielpr.org.br.
De acordo com ela, as competências são moldadas pelas experiências em diferentes circunstâncias. "Todos têm competências, mas é preciso desenvolvê-las. Aqueles que não praticam suas competências são menos eficientes. Não é o saber que conta, mas sim o saber fazer", afirmou a psicóloga, que deu dicas de como desenvolver competências. "É preciso trabalhar com resolução de problemas e projetos com tarefas complexas e desafios que incitem e mobilizem os conhecimentos, habilidades e valores. A competência é constituída na prática", disse.
Segundo Emanoele, gerenciar as fraquezas, melhorar os talentos, se adaptar ao meio em que se quer atuar e sair da zona de conforto também são caracterísiticas de um profissional bem sucedido. "O futuro pertence a um tipo diferente de pessoa com um tipo diferente de cabeça. Cada um pode escolher e fazer o seu futuro", ressaltou.
Mestres e Doutores - Outra palestra do IEL apresentada na Feira de Estágios e Empregos da UTFPR, teve como tema "Empresas: um potencial de desenvolvimento de carreira para mestres e doutores", proferida pela coordenadora de projetos de inovação organizacional do IEL Paraná, Ieda Tacla.
Ela abordou as mudanças no mercado de trabalho e as novas oportunidades de atuação que surgem para profissionais altamente qualificados, como mestres e doutores. "Estas mudanças são impulsionadas pela necessidade do setor produtivo de intensificar seu potencial de inovação para ganhar competitividade, pela natural dinâmica do mercado, criação de políticas públicas, entre outros motivos", afirmou Ieda. O IEL, em parceria com o Senai Paraná, desenvolve o Programa Antena ABG Brasil, que promove a inserção de mestres e doutores nas indústrias do Estado.
Durante a Feira, os estudantes interessados em ingressar no mercado de trabalho puderam conhecer os serviços oferecidos pelo IEL Estágio e cadastrar o currículo profissional para participar de seleções futuras. O IEL Estágio presta consultoria para jovens talentos interessados em conquistar uma vaga de estágio ou trainee em empresas de todo o Paraná. Interessados em participar dos processos de seleção devem se cadastrar no site: www.ielpr.org.br.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
Como se comportar em uma entrevista de estágio
Durante uma entrevista de estágio, lembre-se que um bom comportamento é fundamental para causar uma boa impressão. Considera-se um bom estagiário aquele que é: assíduo, atualizado, comunicativo, disciplinado, organizado, participativo, pontual, proativo e conectado com a realidade da empresa.
Estar preparado para desafios como diagnosticar problemas e propor soluções, propor aperfeiçoamento e inovações, ajudar na elaboração de projetos, pensar criativamente, ter atitude empreendedora e ser proativo também são pré-requisitos para que você preencha a tão sonhada vaga.
Essas e outras dicas estão no Manual de Bolso do Estagiário, disponível para download aqui.
Estar preparado para desafios como diagnosticar problemas e propor soluções, propor aperfeiçoamento e inovações, ajudar na elaboração de projetos, pensar criativamente, ter atitude empreendedora e ser proativo também são pré-requisitos para que você preencha a tão sonhada vaga.
Essas e outras dicas estão no Manual de Bolso do Estagiário, disponível para download aqui.
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